Como definir o rejunte ideal para o seu porcelanato

Você sabia que a escolha do rejunte é tão importante quanto a escolha do revestimento? Afinal, não adianta investir em um porcelanato lindo se o acabamento final vai deixar a desejar. Além da estética, é preciso pensar também na manutenção, pois o rejunte correto garante a qualidade do revestimento por mais tempo. Como esse tema é mais técnico e exige conhecimento, nós preparamos um pequeno manual com informações importantes que irão te ajudar no momento da compra. Confira as dicas abaixo!

Para começar, vale lembrar que o rejunte não serve apenas para fazer um ‘arremate’ visual no revestimento. Sua função vai além: ele evita possíveis trincas e quebras, protege o acabamento contra infiltrações (em especial nos banheiros, cozinhas e áreas externas) e ainda veda os vãos para impedir o acúmulo de sujeira. Os 3 tipos de rejunte mais utilizados em projetos residenciais são o cimentício, o epóxi e o acrílico, porém também é importante levar em conta o material usado e o local de instalação do revestimento, já que cada espaço tem suas necessidades. Os porcelanatos podem ser rejuntados com o epóxi ou o acrílico, mas o cimentício não é indicado.

Antes de escolher o rejunte esteja atento a 3 fatores: a impermeabilidade, que deve ser mais alta em áreas expostas à umidade; a flexibilidade, necessária em locais com grande variação de temperatura; e a resistência às manchas, o que garante um acabamento mais bonito por mais tempo. Também vale a pena considerar a dificuldade na aplicação – em geral o rejunte epóxi é mais trabalhoso e pode deixar resíduos que danificam o revestimento, então não se arrisque com uma mão-de-obra pouco qualificada.

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